Eles só têm um ao outro. Pertencem àquele lugar. Parcialmente nublado, completamente sereno. A grama, recentemente molhada pela
chuva, ainda balançando com a brisa suave quase que permanente. A árvore que os acolhe parece ter sido guardada somente para a presença deles. A calmaria que se instalava ali insistia em tirá-los da realidade. Era como transcender e parar em uma realidade que nunca existiu. Mas ali permaneceriam firmemente, um entregue ao outro, garantindo o momento.

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