Ei

Está na cara que tudo isso está errado (grande conclusão…). Aliás, já deveria ter virado assunto do mês passado, guardado com tantas outras memórias. Mas dessa vez o coração não quer dar vez para a razão. Mais óbvias conclusões. Depois de muita insistência – das duas partes -, acabou por se tornar uma luta exaustiva. O que restou: saudade do toque, da voz, do olhar, da expressão, da falta de jeito, do jeito, do sorriso, do abraço; a vontade de poder dizer pessoalmente ‘ei, sabia que senti tua falta?’. E, depois disso, trocar uma ideia, ou somente ficar de bobeira por aí, como quem não quer nada, como quem quer apenas esse momento. Queria tentar – devo fingir que não? Quero muitas coisas que já desisti de me perguntar o porquê.

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